Em tempos de fake news, o uso de combustíveis no inverno desperta muitas dúvidas. Se o consumo aumenta, se compensa mais utilizar um combustível ou outro, se abastecendo no frio a bomba libera uma maior quantidade de produto...

No fim das contas, a preocupação do motorista continua sendo uma só: economizar. Algo essencial diante dos constantes aumentos impostos sobre a gasolina e o etanol.

Nesse mundo de informações a respeito do uso de combustíveis no inverno, há muitas verdades, alguns exageros e algumas mentiras também.

Resolvemos fazer um fact checking para mostrar afinal o que pode e o que não pode ser levado a sério quanto ao assunto. Confira.

Abastecer no frio gera ganho em quantidade de combustível?

Sim e não. Vamos explicar.

A informação que circula diz que se um motorista abastece seu carro pela manhã, quando a temperatura é mais baixa, ele ganha em quantidade de combustível. O contrário ocorre com aquele que abastece seu veículo à tarde, com dia mais quente. Isso aconteceria porque, em temperaturas mais baixas, o líquido fica mais denso, ou seja, em um litro de combustível, haverá mais massa (mais peso).

Isso é verdade. Em um dia em que a variação entre a temperatura da manhã e da tarde for de 10°C, por exemplo, a diferença total na gasolina seria de cerca de 1,2% do volume total abastecido. Quer dizer: considerando o litro da gasolina a R$ 5,50, encher um tanque de 50 litros com a temperatura a 14°C gera uma economia de R$ 3,30 em relação ao abastecimento com a temperatura em 24°C.

Enquanto você pondera se é muito ou pouco, saiba que isso faz pouca diferença na prática. Isso porque os combustíveis são expostos à variação de temperatura por muito pouco tempo enquanto o carro é abastecido. Tanto a gasolina quanto o etanol são acondicionados em tanques subterrâneos isolados termicamente – ou seja, mantêm quase sempre a mesma densidade.

Por que o carro não dá partida com etanol?

O importante a saber é que a única diferença sobre o uso do etanol no frio é quanto à partida do carro. Isso porque não é exatamente o líquido que faz o carro funcionar, mas sim os vapores gerados por ele.

Em dias abaixo dos 15°C, o etanol não produz esses gases com eficiência, sendo necessário o sistema de partida a frio. Ou seja: o bom e velho tanquinho de gasolina. É o fôlego que o etanol precisa na explosão.

O problema é que o tanquinho só é acionado em baixas temperaturas. E quando isso não acontece tanto, é provável que a gasolina do tanquinho tenha ficado velha. Sim: a gasolina perde a validade em cerca de 4 a 6 meses.

Quer dizer: a gasolina envelheceu, o carro não funcionou e o coitado do etanol é que paga o pato.

Já nos casos de carros flex mais modernos, sem o tanquinho, o sistema elétrico e o de partida devem estar em boas condições. Naqueles com injeção direta a alta pressão se encarrega da partida.

O etanol rende menos no frio?

Sim. Mas isso acontece com a gasolina também. E por um motivo bem simples: em baixas temperaturas, a fricção na transmissão aumenta por causa do resfriamento do óleo e dos outros fluidos.

Isso quer dizer que o motor precisa de mais tempo para alcançar a eficiência, o que afeta mais os trajetos curtos. E o aquecimento da cabine acrescenta a demanda do motor.

Além disso, o ar frio é mais condensado, aumentando o arrasto, especialmente nas rodovias. Os pneus também sentem: a pressão diminui, aumentando a resistência de rodagem.

Cuide bem da sua frota

Se você trabalha com frotas, sabe bem o trabalho que dá administrar todos esses detalhes. Conheça o serviço de terceirização de frotas da Let’s. Com a terceirização da Let’s, é possível escolher os veículos certos para otimizar o uso de combustíveis. Quem já tem a frota terceirizada pode fazer trocas eventuais em determinados veículos com a mesma finalidade.

Nossos maiores diferenciais são a customização personalizada do atendimento e dos veículos de acordo com a necessidade do cliente, além de assessoria técnica, visita de reciclagem, monitoramento da frota e programa de relacionamento.

Entre em contato para conhecer nossas soluções.

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Mitos e verdades sobre o uso de combustíveis no inverno

O seguro do carro se tornou um item indispensável e obrigatório para quem adquire qualquer veículo. Independente da modalidade de pagamento do contrato, se por franquia ou coparticipação (ou os dois juntos), a procura por seguros segue alta mesmo com o aumento dos preços de carros novos ou usados.

Há muito o que falar quando o assunto é seguro de carro: tipo de contratação, corretoras e seguradoras, diferença de preços de acordo com a idade e gênero dos motoristas, tipos de cobertura, serviços extras embutidos no contrato... A lista é longa.

Neste artigo, nos aprofundaremos em um item específico do seguro: a forma de pagamento diante da ocorrência de um sinistro.

O que é franquia?

A franquia é um valor que o contratante deve desembolsar caso se envolva em uma ocorrência e precise acionar a seguradora. Este valor é cobrado apenas em caso de conserto do veículo do próprio contratante (Seguro de Casco), e se o dano for parcial.

Por exemplo: você tem um seguro cujo valor da franquia é de R$ 2.000. Você bate o carro e o valor do conserto fica em R$ 5.000. Você pagará apenas os R$ 2.000 da franquia – que é o valor que você assumiu (ou franqueou) em caso se sinistros. Os outros R$ 3.000 serão pagos pela seguradora. Se o conserto ficar em menos de R$ 2.000, é você que terá que pagar.

O preço da franquia varia de acordo com cada caso, já que diversas informações são consideradas, inclusive o perfil do condutor. Não há cobrança em casos de perda total.

Se o gasto for apenas com um veículo de terceiro (Seguro RCF) – e caso a apólice contemple terceiros – a taxa da franquia não é requerida e a seguradora assume o gasto, desde que o valor não seja superior ao acordado em contrato.

Essa sistemática só é considerada em situações onde o segurado é responsável pelo dano, como quando ele bate o veículo e a seguradora prova que a culpa foi dele.

Para que serve a franquia?

Mas se o segurado já paga o seguro, por que ele deve pagar por parte do conserto? A franquia é uma estratégia que as seguradoras utilizam para que o segurado não cause intencionalmente danos em seu veículo com o intuito de desfrutar do seguro.

Sabendo que o seguro não cobrirá todos os custos com o conserto caso você cause um acidente ou danos em seu veículo, é possível afirmar que você terá muito mais cuidado ao conduzi-lo.

Sendo assim, a franquia tem como objetivo garantir que os segurados tenham mais zelo e cuidado ao conduzir o veículo.

E a coparticipação?

A coparticipação é a possibilidade do segurado dividir os gastos acima da franquia com a seguradora em caso de sinistros. Mas... por que alguém faria isso?

Por isso pode baratear o custo da apólice – e da própria franquia. Sabendo que você vai arcar com uma porcentagem dos custos em caso sinistro, as seguradoras aceitam baixar o valor dos contratos.

O que compensa mais?

Não é possível afirmar que modelo é mais compensador. A coparticipação tem a vantagem de deixar o custo com o seguro mais baixo, mas, em caso de sinistro, o segurado também terá um custo adicional. E quem garante que nenhum sinistro vá ocorrer?

No modelo de franquia, a segurança para o segurado é maior, mas o valor do seguro também. Neste caso, a redução do risco tem literalmente um preço!

Terceirização de frota

Se você é gestor de frotas em empresas, sabe que o seguro dos veículos é uma grande preocupação. A não ser que você já tenha sua frota terceirizada.

No modelo de terceirização de frota da Let’s, você não precisa se preocupar com seguros. Com uma frota terceirizada, você também não precisa arcar com manutenção, revisão, documentação, compra de peças, entre outras preocupações inerentes ao controle de patrimônio próprio.

Assim, você se concentra no que de fato importa para sua empresa, tornando-a mais eficiente.

Em nosso blog há outros artigos que explicam ainda mais como funciona a terceirização de frotas. Acesse todo nosso material, compartilhe e, em caso de dúvidas, entre em contato.

seguro coparticipação

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Seguro do carro: qual a diferença entre franquia e coparticipação?

Uma das principais objeções de gestores de frotas de empresas pelo modelo de terceirização é o temor de que sua função se tornaria obsoleta. Mas isso não é verdade. O gestor de frotas continua sendo uma figura essencial mesmo no modelo de terceirização.

Neste artigo, vamos mostrar como a terceirização de frota funciona na prática e onde a figura do gestor se encaixa no processo.

Terceirização não é abrir mão do controle

Em primeiro lugar, é preciso esclarecer as funções de cada lado envolvido na terceirização de frotas.

A empresa contratante geralmente busca a terceirização pelas vantagens financeiras, que de fato existem. Mas não é só isso. Os benefícios vão muito além. E isso passa pelo entendimento de que toda a gestão de frota em empresas já é terceirizada em algum nível.

A manutenção, por exemplo. Uma empresa que tem veículos próprios para sua equipe de vendas dificilmente tem a necessidade de manter um time de mecânicos para cuidar da manutenção da frota.

A customização é outro exemplo. Não compensa pagar funcionários próprios para realizar serviços como pintura e adesivagem, que são bastante esporádicos. Ou seja: isso também é terceirizado.

Gestão terceirizada no limite

A terceirização de frota, nos moldes mais comuns do mercado, como o da Let’s, delega até o limite os processos referentes à gestão dos veículos a uma empresa contratada. Dizemos “até o limite” porque é preciso que haja ao menos um ponto de contato entre os dois lados da moeda.

E esse ponto de contato é o gestor de frota.

É esse profissional que conhece a realidade da empresa, os motoristas, as necessidades de cada setor para direcionar o veículo certo para a pessoa certa.

Por isso, não vemos o gestor de frota como um empecilho para a terceirização, muito pelo contrário: ele é um grande parceiro.

Além do mais, a terceirização também é uma aliada para o gestor, à medida em que permite que ele ganhe mais tempo para cuidar de processos que realmente importam para a empresa. Análises, economia, resultados.

Manutenção na vida real

Um dos processos em que a importância do gestor de frota é mais evidente é a manutenção dos veículos. Na frieza dos números, as revisões são indicadas a cada 10 mil km. Mas o gestor pode identificar uma necessidade anterior a essa marca.

A relação é de troca constante. Da mesma forma que o gestor levar informações e demandas, a empresa contratada também pode fazer o mesmo, realizando estudos e passando dados para que o cliente reduza seus custos.

Qual é o gestor de frota que, no fim do mês, não gosta de enviar um balancete do seu setor com menos gastos e mais produtividade?

Conheça a Let’s

A terceirização de frotas é o modelo ideal para quem busca uma economia robusta de recursos, sem perda de qualidade nos processos.

Se você ainda não terceiriza sua frota, considere essa possibilidade. E, se já terceiriza, considere mudar para a Let’s.

Com a terceirização da frota da Let’s, você, gestor, paga um valor fixo para utilizar os veículos dos modelos e com a customização que você desejar.

Além disso, não precisa se preocupar com gastos de manutenção ou seguros, que ficam a cargo da locadora.

Fale conosco para conhecer as nossas soluções!

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Gestor de frota é figura essencial no modelo de terceirização

Muita gente acredita na máxima de que “coisa boa é o que não dá trabalho”. E também é assim com os veículos. Afinal, qualquer um adoraria não ter que ficar se preocupando com o automóvel que utiliza.

Mas a verdade é que todo veículo, em algum nível, precisa sempre de uma boa manutenção. Já falamos sobre isso aqui no blog. Todos os itens são importantes, mas há um em especial intimamente ligado à segurança do condutor: o freio.

Checklist na revisão

Geralmente, as montadoras preveem a análise dos itens do freio a cada 10 mil km rodados. Mas isso não pode ser levado a ferro e fogo, conforme explica Humberto Cesar Martins, analista técnico de manutenção da Let’s.

“Temos clientes que usam veículos para fazer a segurança de condomínios. Nesses casos, assim como em outras situações, os freios podem já estar desgastados mesmo com a quilometragem baixa. Os veículos andam pouco, mas sempre devagar, usando muito os freios, em muitas subidas e descidas”, diz.

Os principais itens a serem avaliados pelo técnico na revisão incluem o disco, a campana, sapatas e pastilhas. Esses itens devem ser verificados a cada manutenção, avaliando as medidas recomendadas, evitando de por em risco a segurança do condutor.

Como identificar problemas

O analista de manutenção da Let’s compara os carros a uma extensão do nosso corpo. Então, basta ficar atento a alguns sinais para identificar que os freios estão precisando de atenção. “O carro dá indício, dá sinais de que está com problema. No caso dos freios, esse sinal pode ser uma trepidação no volante, a demora na resposta quando pisamos no pedal do freio, ou até mesmo algum ruído”, diz.

Proteja seu freio, proteja a si mesmo

Martins também cita outro exemplo de problema comum com os freios: passar em poças de água formadas pela chuva, por exemplo, com o disco muito quente. “O esfriamento brusco pode empenar o disco, é um problema sério”, afirma.

Assim como este, muitos detalhes podem ser observados para conservar melhor o freio do carro. “A palavra-chave é direção defensiva. Evitar freadas bruscas. Se você está em uma via em que a velocidade máxima permitida é de 40km/h, mas trafega a 50km/h ou 60km/h, em algum momento vai ter que frear bruscamente. É melhor evitar isso”, diz Martins.

Para quem utiliza veículos com câmbio automático, a preocupação é menor, porque o próprio sistema favorece os freios. Mas, se a transmissão for manual, há uma dica importante para seguir.

“Temos o hábito de pisar na embreagem primeiro, e depois no freio. O correto é fazer o contrário”, orienta Martins.

Conheça a Let’s

A Let’s é uma empresa especializada na terceirização da frota de veículos para empresas. Com a terceirização, você deixa de se preocupar com veículos próprios, utilizando os modelos que preferir, com a customização que desejar.

Economia de tempo e dinheiro para focar no que interessa para o seu negócio. Além disso, temos uma equipe preparada para dar o suporte necessário na manutenção dos veículos – inclusive, é claro, com os freios.

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Let’s Explica: como proteger e prolongar a vida útil dos freios?

A relação do brasileiro com carros pode ser bastante contraditória. Somo um povo conhecido pela paixão por veículos, mas, ao mesmo tempo, não costumamos cuidar adequadamente deles.

E isso não é apenas uma impressão: segundo levantamentos anuais da Polícia Rodoviária Federal, a falta de manutenção figura entre as cinco principais causas de acidentes graves em rodovias federais no Brasil.

Os motivos dessa negligência podem ser vários: falta de dinheiro, falta de informação e conhecimento ou simplesmente a boa e velha cultura do “jeitinho”, ou seja: é melhor fazer a manutenção de qualquer forma do que buscar serviços adequados.

Gaste agora para economizar depois

E isso também vale para empresas. São muitos gestores que ainda atuam com a mentalidade de economizar com a manutenção de suas frotas, como se fosse algo supérfluo.

Neste artigo, vamos mostrar por que, afinal, fazer a manutenção correta é importante e pode ajudar inclusive a economizar com o veículo. A máxima de que “o barato sai caro” neste caso é bastante verdadeira.

Respeite o manual

Em primeiro lugar, é preciso saber o que o fabricante do veículo indica para ele em termos de manutenção. E isso está no manual. Ele aponta a quilometragem ideal para a revisão e troca de itens e não pode ser subestimado.

Fique tranquilo, as montadoras não estão tentando te enganar ou arrancar seu dinheiro sem necessidade – um pensamento que também, infelizmente, ainda é bastante comum.

A indicação das montadoras é como um guia para garantir a segurança e o bom funcionamento dos veículos. Não é à toa que fazer as revisões seguindo o manual mantém a garantia do veículo em dia.

Invista em quem conhece

Depois do fabricante, um outro aliado importante na manutenção do veículo é o mecânico. Contar com alguém de confiança, com experiência no mercado, pode garantir uma rodagem sem sustos por longos períodos.

Aqui, de novo, entra a questão econômica. Você pode estar pensando que uma mecânica especializada custa caro, e que é melhor procurar profissionais que cobram menos.

Consequências

A escolha é sua. Mas isso pode trazer consequências. Vamos a um exemplo prático utilizando um item essencial para a segurança do veículo: o amortecedor. De modo geral, sua troca é recomendada a cada 40 mil km rodados.

Mas se o veículo é utilizado essencialmente em rodovias com boas condições de pavimento, esse período pode ser prolongado. E isso é algo que um mecânico de confiança vai poder dizer. Ou seja: um especialista que conhece você e o veículo vai evitar gastos desnecessários.

Outro exemplo que ilustra o “outro lado” dessa moeda: vamos supor que você tenha um veículo em sua frota que é utilizado para rondas de segurança em condomínios. É um tipo de uso que exige muito dos freios. O que faz com que a revisão desse item seja realizada antes do período recomendado pela montadora.

Algo que, também, um profissional de confiança pode indicar. E acredite: fazer a manutenção em peças apenas desgastadas é bem mais barato do que trocar kits inteiros depois que eles ficam totalmente invalidados.

Conheça a Let’s

A Let’s é uma empresa especializada na terceirização de frotas de veículos leves e aluguel de pesados, como caminhões, implementos, máquinas e equipamentos.

Uma das vantagens do nosso modelo é o acompanhamento constante para a manutenção adequada da frota, evitando perdas e, na ponta do processo, aumentando a produtividade da sua empresa.

Entre em contato para saber mais.

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Manutenção feita por especialistas garante economia com frota

Como uma empresa de transporte, a Let’s é entusiasta de ações que possam aumentar a conscientização por um trânsito mais seguro. Um ambiente amistoso para que, no fim das contas, vidas sejam poupadas.

Por isso fazemos questão de falar desse importante movimento do Maio Amarelo, que desde 2014 promove ações anuais com o objetivo de tornar o trânsito mais seguro.

Você sabia que também pode salvar vidas?

Sim, é isso mesmo: em 2022, o Maio Amarelo destaca o poder de cada cidadão no cuidado com as vidas no trânsito.

A campanha tenta descontruir a ideia de quem salva vidas são apenas profissionais da área da saúde, bombeiros ou socorristas.

“De fato, estes profissionais trazem na essência e na técnica do ofício esta capacidade e são o nosso conforto e esperança em momentos difíceis, mas se considerarmos que não colocar alguém em risco também é uma forma de salvar, chegamos à clara conclusão: qualquer um pode salvar uma vida”, destaca a campanha.

Proteção sempre

A lógica do Maio Amarelo 2022 é que, ao sair de casa, todos nós temos que nos proteger e, com isso, estamos salvando vidas. Exatamente porque o contrário é verdadeiro: se você desrespeitar as regras, coloca a sua vida em risco e também a vida de quem divide a rua ou a estrada com você.

Por isso, ao transitar, lembre-se do seu poder de salvar vidas e coloque respeito, responsabilidade e cuidado com as pessoas nos seus deslocamentos diários.

A união que fez a força

O Maio Amarelo 2022 cita ainda o recente desafio trazido pela pandemia da COVID-19: uma completa mudança de comportamento da noite para o dia. Passamos a gastar mais tempo em casa, tivemos que abandonar locais cotidianos e passar a cobrir o rosto e adotar o álcool em gel (pelo menos a maioria das pessoas).

Isso porque entendemos a importância de cumprir certas regras para a nossa segurança e a segurança de quem amamos. Então, em muito pouco tempo, aprendemos a fazer reuniões online, palestras online, dar aulas online, fazer compras online. Ou seja: mudamos radicalmente nosso dia a dia para nos proteger.

Será que, entendendo que o trânsito tem riscos e pode nos machucar seriamente, não conseguimos também passar a cumprir as regras e salvar vidas?

Desafio de todos

Esse será o grande desafio do Maio Amarelo: mostrar à sociedade que todos nós podemos salvar vidas, conhecendo e cumprindo as regras. A partir do momento em que estamos caminhando na calçada, procurando uma faixa para atravessar, esperando a vez no semáforo, com toda atenção e cuidado, estamos preservando não só a nossa própria vida, mas a de todos que ali estão comigo. E essa lógica vale para quem está de bicicleta, de motocicleta ou num carro de passeio ou num veículo grande.

Por isso, o Movimento Maio Amarelo de 2022 faz um convite: junte-se aos profissionais tão importantes em toda sociedade, que dedicam sua vida para cuidar de outras e vamos juntos salvar vidas!

Conheça a Let’s

A Let’s é uma empresa especializada na terceirização de frotas de veículos leves e aluguel de pesados, como caminhões, implementos, máquinas e equipamentos.

Uma das vantagens do nosso modelo é o acompanhamento constante para a manutenção adequada da frota, evitando perdas e, na ponta do processo, aumentando a produtividade da sua empresa.

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Maio Amarelo pede comprometimento por mais segurança no trânsito