Que atire a primeira pedra quem nunca foi surpreendido pelo frentista ou pelo mecânico diante de perguntas como “E o fluido do freio, está ok? E a água do radiador?”. Mesmo com as revisões em dia, é comum questionar se está mesmo tudo bem com os óleos do carro.

O carro necessita dos óleos – ou fluidos – em cinco partes principais: transmissão (câmbio), freios, radiador, direção e, obviamente, no motor.

Neste artigo, vamos falar sobre a função e a importância de cada tipo de óleo, além de quando é recomendada a troca de cada um dos itens.

Óleo do motor

O óleo mais conhecido e mais importante de qualquer veículo é o do motor. O lubrificante é o responsável por fazer com que o conjunto trabalhe na temperatura ideal de funcionamento e por minimizar o atrito entre os componentes metálicos móveis internos do propulsor.

Por isso mesmo, o óleo do motor talvez seja o que mais desperta a atenção dos motoristas, sempre de olho nos prazos de troca. Isso é fundamental para que o motor dure mais, trabalhe melhor e consuma menos combustível.

Fique atento

De modo geral, os automóveis de passeio demandam a substituição do lubrificante a cada 10 mil km (para óleos sintéticos) ou 5 mil km (para óleos minerais). A troca, inclusive, está prevista nas revisões obrigatórias dentro da garantia dos modelos 0 km – geralmente acompanhadas da mudança do filtro de óleo, que também é recomendada a cada 10 mil km ou 12 meses, o que ocorrer primeiro.

O prazo das montadoras para a troca de óleo de motor é confiável, mas pode ser preciso reduzir esses prazos entre 20% e 30% caso você faça uso severo do veículo (rodar em trajetos curtos e rápidos muitas vezes ao dia, ou majoritariamente em estradas de terra ou em áreas de mineração).

Também é importante respeitar o tipo de óleo recomendado pelo fabricante. Eles se dividem quanto ao tipo (mineral, semissintético ou sintético) e ao índice de viscosidade. Colocar óleo com densidade, classificações ou origens diferentes das recomendadas pela montadora pode gerar problemas como a formação de borra e aumento do consumo de combustível, até a quebra do motor (e aí vale a máxima de que o barato pode sair caro).

Óleo de câmbio

Outro fluido bastante importante. Também conhecido como “óleo da caixa”, ele geralmente demanda prazos de troca maiores – alguns fabricantes pedem a troca apenas após 240 mil km rodados.

De toda forma, o ideal mesmo é seguir as recomendações que constam no manual do veículo. Se você não tiver o manual ou ele não indicar nada referente ao óleo da transmissão, convém fazer a checagem a cada 20 mil km.

Fluido do freio

Esse item merece uma atenção especial porque sua vida útil é definida com base no tempo de uso, e não pela quilometragem rodada. Isso porque a solução usada absorve água e umidade. Em média, a troca é exigida em intervalos que variam de 2 a 5 anos – fique de olho no seu manual.

Também é preciso ficar atento quanto ao tipo de fluido recomendado pelo fabricante. Quando o óleo perde suas propriedades, há o risco de formação de bolhas em razão do calor liberado pelos freios, o que vai diminuir a eficiência de frenagem do carro.

Direção hidráulica

A direção elétrica atualmente domina o mercado, mas ainda há muitos carros com sistema de direção hidráulica. A verificação desse fluido deve seguir o recomendado pela montadora, mas os prazos geralmente variam de a cada 30 mil km ou 40 mil km.

Líquido de arrefecimento

OK, esse não é um óleo, mas incluímos na lista por ser um fluido importante e geralmente subestimado. A água do radiador precisa desta substância para aumentar o seu ponto de ebulição e reduzir o ponto de congelamento e a corrosão interna do propulsor,  ou  seja: para que o conjunto esteja sempre na temperatura ideal.

As trocas destes aditivos são recomendadas no manual, em média, a cada 30 mil km. Mais uma vez deve-se respeitar o tipo de produto indicado pelo fabricante: inorgânico, orgânico ou híbrido. Esse fluido geralmente é vendido concentrado e deve ser misturado à água desmineralizada. Mas também existem soluções prontas, já diluídas , também deve-se estar monitorando o nível recomendado.

Sempre inspecione o local onde seu veículo fica parado e em caso de respingos de óleo ou líquido de arrefecimento procure seu mecânico de confiança para que avalie de onde provém este vazamento.

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A Let’s é uma empresa especializada na terceirização de frotas, tanto para veículos leves quanto para pesados (além de implementos e equipamentos). Um de nossos diferenciais é a assistência para manutenção especializada – que terá condições de avaliar a qualidade e a necessidade dos filtros de ar, por exemplo.

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Let's explica: quantos fluidos diferentes tem o seu carro?

Não é de hoje que a indústria busca eficiência. Ou seja: reduzir os gastos e aumentar (ou ao menos manter) a produtividade. Essa busca tem sido cada vez mais intensa graças ao aumento da concorrência e a necessidade de se manter competitivo.

Por isso, nos últimos anos, assistimos à valorização de processos que possam eliminar todas as arestas possíveis nos processos industriais. Mesmo assim, cortes são inevitáveis. E um dos setores que costuma ser afetado é o de logística.

É comum que grandes empresas foquem seus investimentos no core business – desenvolvimento de produtos, aumento da produção, criação de novas linhas etc.

E a logística tem que “se virar” para dar conta da demanda sem poder gastar mais. Mas como, exatamente, fazer isso? É isso que discutiremos nesse artigo.

Inovação

Quando falamos em inovação, geralmente imaginamos uma grande mudança trazida especificamente por alguma ferramenta tecnológica. Realmente, faz sentido: na Logística, por exemplo, o GPS foi há alguns anos uma grande disrupção.

Mas pode testar: quando buscamos por processos inovadores na área de Logística, a maioria dos processos diz respeito à gestão e infraestrutura de estoque. No transporte, a evolução fica limitada a mudanças de tecnologia na mecânica e estrutura dos modais ou veículos empregados – caminhões mais econômicos e menos poluentes, trens mais rápidos etc.

A tecnologia muda, mas na essência o modelo é o mesmo por décadas. Como, então, ser disruptivo no transporte de cargas? Como transportar mais, com mais rapidez, gastando menos?

Fora da caixa

A resposta está em um clichê que, aqui no contexto, faz todo sentido: pensar fora da caixa. Se os caminhões usados para transporte são basicamente os mesmos, é preciso se voltar para a gestão do modelo. Sair do micro e partir para o macro.

É aí que surge a locação de veículos pesados. Pense bem: como economizar com o transporte se a única forma de fazer isso é investindo em veículos novos, que são justamente mais caros?

Vamos imaginar, por exemplo, uma indústria que trabalhe com uma frota própria de 20 caminhões. Com uma idade média de 15 anos. Isso significa que os veículos já têm um certo desgaste – o que provoca gastos excessivos com manutenção e deixa a empresa em maus lençóis quando o assunto é ESG.

Neste caso, as vantagens da mudança para uma frota nova (alugada) serão mais visíveis porque o parâmetro de comparação será a frota antiga. Um grande salto! Pense nisso na hora de planejar os próximos passos para a Logística de sua empresa.

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A Let’s é uma empresa que atua com terceirização e gestão de frotas há 26 anos, além do aluguel de pesados.

Integramos a Vix Logística do Grupo Águia Branca, um dos maiores conglomerados de transporte e logística do Brasil, que atua em todo o território nacional com transporte de passageiros, soluções de logística e comércio de veículos.

Conheça nossos diferenciais:

Let's Lado a Lado: A proximidade e o relacionamento cuidadoso com o cliente fazem parte do DNA da Let’s.

Let's Flex: Personalização do contrato e a customização da frota fazem da Let’s uma empresa flexível, do jeito que o cliente deseja.

Let's Pessoas: Atendimento gentil e cordial, faz o cliente perceber a cada contato o quanto nossa equipe é apaixonada pelo que faz.

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Aluguel de caminhões é solução para logística crescer sem aumentar custos

Está cada vez mais difícil comprar (e manter) um carro, seja ele novo ou usado. Os preços dos veículos e de quase tudo relacionado a eles (combustível, manutenção, seguro etc) estão elevados e há muitas pessoas e empresas recorrendo a alternativas para serviços de transporte.

Um estudo recente feito pela Agência Autoinforme e batizado de “inflação do carro” concluiu que um brasileiro gasta, em média, R$ 2.013,08 por mês para rodar e fazer manutenção de um carro compacto seminovo.

Mas se os veículos são essenciais para as operações em sua empresa, saiba que há uma série de pequenas medidas que podem gerar uma economia grande no uso dos carros.

É sobre isso que falaremos neste artigo. Nos acompanhe na leitura!

Combustível

Não tem jeito. Quando o assunto é economia na hora de dirigir, o combustível é o primeiro tópico que aparece.O mesmo estudo citado no início do texto aponta que os combustíveis são responsáveis por 41% do montante gasto com um carro por mês.

A primeira regra é definir entre o uso da gasolina ou etanol. Existe a convenção de que o etanol é mais econômico se custar até 70% do preço da gasolina ou 30% mais barato.

  • Para fazer o cálculo é  simples: basta multiplicar o valor da gasolina por 0.7 e comparar com o do etanol , que deve ser menor que o resultado da operação para valer a pena , então  se o valor  gasolina e R$4,00 o valor do etanol deverá ser R$2,80 o litro para ser compensativo.

O que é preciso ter em mente é que o carro é movido pelo motor (e que o funcionamento de quase tudo no carro está ligado a ele). E que, para funcionar, o motor depende da queima dos combustíveis. Ou seja: tudo que de alguma forma sobrecarrega o motor vai gerar mais gasto de combustível.

Veja, então, outras iniciativas que ajudam na economia com o combustível:

Menos velocidade
Quanto menor a rotação, maior a economia. Procure dirigir na velocidade indicada na sinalização. Não passar dos 100 km/h representa uma economia significativa.

Economizar combustível com a marcha
Se o seu carro não tiver transmissão automática (que já controla a troca de marchas visando a maior economia possível), evite esticar a marcha e troque assim que atingir a velocidade necessária. Quando possível, maneire o pé na 5ª marcha, porque assim o carro mantém a velocidade e economiza.

Evite frear bruscamente
O uso da frenagem correta ajuda a economizar com o carro. Se há trânsito ou semáforo à frente, reduza a velocidade gradativamente em vez de manter a aceleração e ter que frear com mais força. Procure se programar e fazer rotas para não rodar a toa evitando assim desgastes desnecessários. Carona compartilhada também é uma ótima alternativa de economia.

Computador de bordo
Use os dados do computador de bordo pra valer. Ele mostra dados importantes sobre o consumo de combustível e pode te ajudar a mostrar que combustível compensa mais em determinada situação.

Qualidade do combustível
Abasteça em postos confiáveis. Gasolina e etanol de qualidade fazem toda diferença.

Livre-se do peso desnecessário
Deixe em casa o que não precisa ser carregado. É comum acumularmos coisas no carro e esquecer que o peso influencia no gasto de combustível.

Ar condicionado
O ar condicionado deve ser usado com moderação e nos momentos certos. Por exemplo? na estrada ele é recomendado porque as janelas abertas alteram a aerodinâmica dos carros, fazendo com que ele gaste mais combustível. Se for ligar, observe as seguintes situações: (1) abra as janelas até o ar quente sair do interior do veículo; (2) ligue o ar na velocidade 2 ou 3, assim que gelar, abaixe para a velocidade 1; (3) aumente a temperatura assim que o ambiente ficar mais fresco e (4) utilize o recirculador de ar durante a viagem - de vez em quando, desligue o recirculador, para que o ar do ambiente se renove com o ar de fora.

Fidelidade e cashback
Hoje em dia, há diversos aplicativos que garantem descontos na hora de abastecer, ou que permitem que o dinheiro gasto em combustíveis sejam usados como “pontos” para a compra de outros produtos ou serviços. Pesquise e se informe!

Manutenção

Mas nem só de combustível vive um carro. A manutenção das peças é essencial para que o carro mantenha suas qualidades e, como consequência, gaste menos. Vamos aos principais pontos:

Pneus
Circular com os pneus em boas condições é essencial para economizar combustível. Pneus murchos influenciam diretamente no rendimento do veículo, pois geram mais atrito com a via procure sempre estar conferindo a calibragem deles.

Alinhamento e balanceamento
Além da qualidade dos pneus, é preciso garantir também que eles estejam alinhados e balanceados. O alinhamento correto faz com que os pneus se desgastem menos e o balanceamento evita trepidações ao rodar. Além disso, previnem o aumento do atrito dos pneus no solo além do necessário e não deixam que o veículo perca desempenho.

Velas
As velas são responsáveis pelo acionamento da combustão do veículo. Por isso, estão ligadas diretamente à economia com o carro. Verifique também o estado dos cabos de velas.

Outras medidas

Calma, ainda há mais algumas coisas que você pode fazer para economizar com o veículo.

Use aplicativos de mapas
Uma delas é utilizar aplicativos de mapas. Sim, isso mesmo! Há muitos motoristas “teimosos”, que acham que conhecem o melhor caminho por já estarem acostumados, mas esses aplicativos usam a inteligência artificial e dados de satélite em tempo real para mostrar as melhores rotas naquele momento. Além de economizar com o menor percurso, eles também podem mostrar onde há radares e pedágios.

Lave o carro você mesmo
Pode parecer um conselho simples, mas que pode te gerar uma boa economia. O custo de uma lavagem simples é de R$ 50, em média. Se você já faz esse serviço duas vezes no mês, desembolsa um valor que poderia ser gasto com melhorias ou na manutenção do veículo. Os produtos necessários para limpeza do veículo podem ser mais baratos do que apenas uma lavagem no lava-rápido. Além disso, os produtos duram por mais tempo.

Aposte na terceirização
Se os veículos são necessários para a sua empresa, deixamos a dica mais importante por último. Na terceirização de frotas, a economia acontece por uma série de razões. A primeira é o fato da companhia não precisar imobilizar capital ou linha de crédito para a compra de veículos, deixando os recursos liberados para novos investimentos.

Ou seja: a empresa gasta somente o necessário com sua frota e ganha tempo e dinheiro para se preocupar com suas prioridades de negócio.

Mas as vantagens vão além. Com uma frota terceirizada, a empresa também não precisa gastar com manutenção ou seguros para os veículos. E tem mais: não precisa, ainda, arcar com o custo de desvalorização dos veículos e o baixo valor de revenda após sua vida útil.

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A Let’s é uma empresa especializada em terceirização de frota de veículos.

Integramos a Vix e o Grupo Águia Branca, um dos maiores conglomerados de transporte e logística do Brasil, que atua em todo o território nacional com transporte de passageiros, soluções de logística e comércio de veículos.

Nossos maiores diferenciais são a customização personalizada do atendimento e dos veículos de acordo com a necessidade do cliente, além de assessoria técnica, visita de reciclagem, monitoramento da frota e programa de relacionamento.

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Pequenas atitudes geram grandes economias no uso de veículos

Já vimos aqui no blog da Let’s que o aluguel de caminhões é uma alternativa de economia e aumento da eficiência no transporte de cargas. Mas que tipo de veículo e implementos, exatamente, podem ser alugados?

Neste artigo, vamos mostrar quais equipamentos para o transporte de pesados estão disponíveis no modelo da Let’s. Nos acompanhe na leitura!

Ao gosto do freguês

De modo bem claro e objetivo, podemos dizer que a possibilidade no aluguel de implementos para pesados vai até onde termina o número de equipamentos do tipo oferecidos pelo mercado.

“Depende muito da demanda do cliente. Mas de modo geral conseguimos atender qualquer tipo de cliente. Não tem limite”, diz Renato Sossai, gerente de Locação de Pesados da Let’s.

Na lista estão itens como:

  • Baú (para carga seca ou frigorificado)
  • Carrocerias de madeira
  • Carretas para diversos tipos de uso
  • Muncks e guindastes
  • Tanques para o transporte de produtos variados

“Podemos dizer que nosso portfólio é aberto sempre iremos ofertar para o nosso cliente  a melhor solução para o que ele tenha o melhor resultado diante a sua necessidade”, afirma Sossai.

Como funciona

O modelo de locação de pesados da Let’s funciona sob demanda, de acordo com o interesse do cliente. Nossos consultores especializados podem passar orientações sobre quais são os melhores modelos e formatações para cada tipo de negócio – além das distâncias percorridas, qualidade da malha de transporte etc.

Todos os  caminhões que alugados são 0km, o que garante mais produtividade na operação. “Caminhões novos têm muito mais disponibilidade de trabalho, com redução dos custos de manutenção além proporciona ao seu cliente credibilidade e confiabilidade, uma vez que que os produtos e serviços estão sendo transportados e executados em caminhões novos e atualizados com o mercado.. Além disso, as novas tecnologias são menos poluentes”, explica Sossai.

Mais vantagens

A locação de caminhões é uma demanda crescente em meio à procura constante por economia e eficiência. Ou seja: é preciso gastar menos e produzir mais.

E isso tem tudo a ver com o uso de veículos. Ter um caminhão ou uma frota própria custa caro – além do valor dos veículos, é preciso considerar ainda custos de manutenção, além da desvalorização que só aumenta com o passar do tempo.

A locação de caminhões gera uma economia que pode chegar a 30% e é um modelo que atende empresários que querem atualizar sua frota e também suprir uma demanda crescente na área de logística, em um cenário de alta de juros e restrição  de crédito.

Além disso, no aluguel de pesados da Let’s, fazemos o acompanhamento da manutenção, seguro, rastreamento e telemetria, e também contamos com um pós-venda para apoiar no andamento do contrato.

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Que tipo de implementos estão disponíveis no aluguel de pesados da Let's?

O título deste artigo tem um tom provocativo. Simplesmente porque é impossível definir um valor único, mesmo que médio, para o custeio de um caminhão.

Isso porque o custo varia muito e depende de diversos fatores, tais como o modelo de operação , tipo de carga, quilometragem rodada, modelo do caminhão e tempo de uso do caminhão etc.

No entanto, o objetivo deste artigo é oferecer uma boa base de comparação de valores para quem trabalha com o transporte de cargas. E, de quebra, apresentar um modelo que pode ajudar bastante na redução de gastos. Nos acompanhe na leitura!

Custos fixos e variáveis

O primeiro passo é separar custos fixos e variáveis. Considere fixos os gastos que mudam pouco ao longo do tempo e se mantêm mensalmente, como o preço do próprio caminhão, financiamento, seguro, proteção veicular, rastreamento e outros gastos periódicos (pneus, trocas de óleo, revisões programadas).

Já as variáveis são aquelas que apresentam mudança quanto a seus valores e a sua periodicidade — quanto mais o caminhão é utilizado, maiores são os gastos.

Infelizmente, justo por ser “chato” e difícil de calcular, as despesas variáveis são muitas vezes ignoradas ou subestimadas por transportadoras e profissionais autônomos. No entanto, trata-se de um controle essencial para a lucratividade da operação.

Os principais itens dos custos variáveis são:

Combustível

O custo com combustível (diesel, gasolina ou álcool) é o maior entre todos os custos de um negócio de transportes: responde por cerca de 35% dos custos totais da operação.

Arla 32

O Arla 32 (Agente Redutor Líquido de Óxido de Nitrogênio Automotivo) chegou em 2012 e, desde então, é obrigatório em todos os caminhões novos. A proporção é de 5% de consumo de Arla 32 em relação ao consumo de combustível, o que gera um custo adicional de cerca de 1,5% dos custos totais.

Pneus

O controle da compra de pneus novos, além das recapagens, é fundamental se você quiser calcular adequadamente os custos variáveis com pneus. Segundo a CNT (Confederação Nacional dos Transportes), a média de tempo para troca de um pneu de caminhão é de 13,6 meses.

Manutenção do veículo

Para você conhecer os custos com manutenção da sua frota, é preciso pegar todos os gastos relacionados com a troca de peças com defeitos e desgastadas, e a mão de obra que executa a troca da peça. Ainda segundo a CNT, os caminhoneiros autônomos fazem, em média, de cinco a seis revisões por ano em seus veículos.

Pedágios

Comparado a outros custos, os pedágios não são os maiores vilões do transporte de cargas, por incrível que pareça. Por exemplo: se o caminhoneiro fez quatro viagens de 50 km por uma rodovia com um pedágio de R$ 8,90 por eixo cobrado nas duas direções (valor médio), em seu caminhão de três eixos, gastou R$ 213,60. Ou R$ 2,14 por quilômetro rodado.

Cálculo unitário

Agora que falamos dos principais itens que compõem os custos variáveis para manter um caminhão, é preciso considerar que todos esses cálculos devem ser feitos de modo independente para cada caminhão da sua frota.

Isso porque cada caminhão tem uma característica própria, o que significa que a despesa variável é diferente para cada veículo. Também é preciso sempre levar em conta o consumo do veículo por quilômetro rodado, seu ano de fabricação, garantia do fabricante etc. São custos que interferem no transporte de carga e nem sempre são calculados de forma unitária.

Já pensou em alugar um caminhão?

A conclusão é que dá bastante trabalho e custa caro manter um caminhão e, mais que isso, fazer todo o seu gerenciamento para que a operação seja lucrativa.

Por isso, nos últimos anos, o conceito de locação de caminhões tem se popularizado no Brasil. Pelo modelo, a empresa locadora assume boa parte dos custos e do gerenciamento das necessidades do veículo, mediante o pagamento de uma mensalidade.

A vantagem está na economia de tempo, dinheiro e na eficiência com a gestão da frota.

Conheça o modelo de aluguel de veículos pesados da Let’s. Fale conosco!

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Quanto custa manter um caminhão próprio?

Desde o início da pandemia de Covid-19, em março de 2020, o valor do carro 0km subiu 31%, em média, segundo medição da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas). Os motivos são variados: escassez de matérias-primas, demanda por novas (e mais caras) tecnologias e, mais recentemente, a guerra na Ucrânia.

Fato é que, desde o início do Plano Real, o brasileiro nunca teve um poder de compra tão reduzido para adquirir um carro novo. E isso não vale somente para pessoas físicas, mas também para empresas que dependem do uso de veículos leves ou pesados.

Diante desse cenário, os donos de carro estão valorizando mais os seus veículos seminovos. Aquele desejo quase incontrolável de trocar de carro a cada dois anos tem sido substituído pelo maior cuidado e conservação do carro atual.

Neste artigo, vamos mostrar porque esse comportamento é correto e como fazer para maximizar o uso de seu carro atual.

Foco na manutenção

Você sabe qual é a vida útil de um avião? Em média, 30 anos. No Brasil, as aeronaves mais antigas em operação têm entre 20 e 25 anos, por exemplo. Agora, imagine você rodando com um carro fabricado em 1997! Não é algo que costumamos encontrar por aí.

E qual é a diferença entre os aviões e os carros? Ambos são muito utilizados, com uma característica de uso que acelera sua degradação (motorização, impactos, etc). Por que a idade não é tão aparente para um quanto para o outro?

A resposta é: gestão eficiente e preventiva.

Por terem um nível de exigência em segurança muito alto, os aviões passam por manutenções minuciosas e frequentes. Peças danificadas são sempre respostas e substituídas de acordo com o tempo de uso previsto pelo fabricante.

O que nem sempre acontece com os carros. Como a manutenção é de responsabilidade exclusiva do motorista, as revisões podem ser subestimadas, as peças substituídas por outras de qualidade inferior, etc.

Acredite no manual

É comum ouvir que a necessidade de manutenção constante dos veículos é uma estratégia de montadoras e oficinas mecânicas para “tirar dinheiro” dos motoristas.

Não é verdade. O manual dos veículos, elaborado pelas fabricantes, é o “mapa” que garante a qualidade máxima dos equipamentos se for seguido à risca.

É preciso levar em conta que nem todos os motoristas negligenciam as revisões de seus carros porque querem - há uma realidade econômica e financeira que não pode ser ignorada -, mas não dá para esperar o mesmo descuido de empresas que atuam com frotas de veículos.

Deve haver uma previsão de gastos para cobrir os custos de manutenção da melhor forma. Operar com uma frota desgastada significa perda de eficiência e de dinheiro. A máxima de que “o barato sai caro” é bastante verdadeira aqui.

Maximizando sua frota

Muita gente pensa que a terceirização de frota serve apenas para ter à disposição veículos novos.

Mas o modelo vai além. Na Let’s, por exemplo, o cliente conta com um apoio na gestão da frota - ou seja: o acompanhamento para a manutenção no tempo certo, feita sempre com a melhor qualidade nas peças e serviços.

Em um cenário em que está tão difícil adquirir carros novos, cuidar do uso da sua frota atual é a melhor iniciativa. Há ainda uma série de orientações para o melhor uso do veículo. Nossos analistas podem indicar formas mais adequadas para uso do freio e do câmbio, por exemplo, de acordo com a utilização do carro e o terreno onde ele trafega.

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A Let’s é uma empresa especializada em terceirização de frota de veículos.

Integramos a Vix e o Grupo Águia Branca, um dos maiores conglomerados de transporte e logística do Brasil, que atua em todo o território nacional com transporte de passageiros, soluções de logística e comércio de veículos.

Nossos maiores diferenciais são a customização personalizada do atendimento e dos veículos de acordo com a necessidade do cliente, além de assessoria técnica, visita de reciclagem, monitoramento da frota e programa de relacionamento.

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Carro novo muito caro? Gestão eficiente pode maximizar o uso da frota atual