Dirigir sob efeito de álcool ou medicamentos: entenda os riscos

20.05.2026

Álcool, drogas e medicamentos prescritos podem comprometer sua direção sem que você perceba. Entenda por que tolerância zero é a única regra que funciona.

Se altera sua atenção, não combina com direção.

Álcool, drogas e medicamentos prescritos têm algo em comum: todos podem afetar o cérebro e comprometer a capacidade de dirigir com segurança.

E o problema vai além do que a maioria das pessoas considera. Não estamos falando só de álcool em excesso ou drogas ilícitas. Estamos falando também de remédios que você tomou de manhã, com receita médica, achando que estava tudo bem para dirigir.

O que o álcool faz com quem está ao volante

O álcool age de forma traiçoeira. Ele não enfraquece o motorista de forma óbvia. Ele reduz a percepção de risco e aumenta a autoconfiança ao mesmo tempo.

Isso significa que, sob efeito do álcool, o condutor tende a achar que está dirigindo bem quando, na prática, seus reflexos estão comprometidos, seu campo visual está reduzido e seu tempo de reação está muito mais lento do que o normal.

A legislação brasileira é clara: tolerância zero. Qualquer concentração de álcool no sangue já é suficiente para multa, suspensão da habilitação e, dependendo do caso, prisão. Mas mais do que a lei, é a física que não perdoa: a combinação de velocidade e reflexo comprometido tem consequências que nenhuma multa desfaz.

Drogas ilícitas: o risco que vai além da ilegalidade

Substâncias como maconha, cocaína e anfetaminas afetam diretamente a coordenação motora, a percepção de distância e o tempo de reação. Alguns usuários acreditam que certas drogas aumentam o foco para dirigir. Não aumentam. Elas criam uma sensação distorcida de controle que, na prática, eleva o risco de forma significativa.

A combinação de drogas com álcool potencializa ainda mais esses efeitos, tornando qualquer trajeto um risco para o condutor e para todos ao redor.

O que poucos sabem: medicamentos prescritos também entram nessa conta

Esse é o ponto que mais surpreende. E que mais precisa de atenção.

Benzodiazepínicos, opioides, antidepressivos, anti-histamínicos, relaxantes musculares, remédios para pressão, para diabetes e até alguns antigripais podem comprometer a direção. Eles afetam o sono, a cognição, a coordenação e os reflexos, muitas vezes sem que o condutor perceba.

O problema é que esses medicamentos são prescritos por médicos, vendidos em farmácias e tomados dentro da dosagem recomendada. Isso cria uma falsa sensação de segurança: se o médico receitou, não pode ser perigoso dirigir.

Pode. E é.

Antes de iniciar um novo tratamento e precisar dirigir, vale verificar a bula com atenção. Se restar qualquer dúvida, consulte seu médico antes de pegar o volante.

A regra que vale para tudo

Qualquer substância que altere sua atenção, seus reflexos ou sua percepção de risco é incompatível com o volante.

Não importa se é álcool, droga ilícita ou medicamento prescrito. Não importa se você se sente bem. Não importa se o trajeto é curto.

Quando há dúvida, a decisão mais segura é não dirigir.

Quer se aprofundar no tema?

A Let's preparou a Cartilha Dirigir bem é cuidar de cada detalhe, com orientações práticas sobre os principais fatores de risco no trânsito.

Acesse gratuitamente

Seguimos juntos. 🧡

Terceirize sua frota agora e economize com a Let’s

Solicitar Proposta
Endereço
Araraquara - SP
Via de Acesso
Engenheiro Ivo Najm, 3800
Vitória - ES
Av. Jerônimo Vervloet, 345
Maria Ortiz
Endereço
São Paulo - SP
Av. Prof. Francisco Morato, 1074
Instituto de Previdência
Belo Horizonte - MG
Rua Menotti Muccelli, 580
Vila Oeste