Saiba quando utilizar veículos elétricos, híbridos ou a combustão em frotas corporativas. Compare custos, autonomia, risco de desvalorização e o modelo de terceirização.

A transição da mobilidade corporativa no Brasil não exige a substituição imediata de 100% da frota a combustão por veículos elétricos. Para quem responde pela rentabilidade e pelo fluxo de caixa de uma empresa, a tomada de decisão passa longe de movimentos impulsionados apenas por apelo institucional.
Dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) mostram que os veículos eletrificados já atingiram 22% das vendas de leves no país, com a marca de 1 milhão de emplacamentos acumulados superada no final de setembro. Além disso, o país expandiu sua rede para mais de 21 mil eletropostos públicos mapeados.
No entanto, a pergunta estratégica para o C-Level não é se a tecnologia funciona, mas onde ela se paga dentro da sua matriz operacional. A resposta mais eficiente para a maioria das operações nacionais não é a conversão total, mas a estruturação de uma frota mista perfeitamente dimensionada.

A escolha da tecnologia ideal depende diretamente do perfil de rodagem, da previsibilidade de rota e da infraestrutura disponível no trecho.
A terceirização de frotas com a Let’s elimina a incerteza financeira na migração para a mobilidade elétrica, convertendo o investimento em despesa operacional previsível (OPEX):
Para entender os critérios analíticos de dimensionamento de custos que orientam a gestão corporativa, confira nosso artigo sobre Como a telemetria e o dimensionamento correto reduzem custos na gestão corporativa.
Determinar quais rotas devem ser eletrificadas e quais exigem motorização a combustão é o primeiro passo para otimizar o TCO da sua operação.
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